O homem que aqui vos fala
Já meio morto, mas nunca tão vivo
E o espelho na parede
Embora surrado e sujo
Ainda e reflete o necessário
Um velho acabado
Já no auge de sua idade
Mas nunca tão de bem com a vida
E aceitando de bom grado o seu destino
Se esvai como superior
Acima daqueles que passam toda vida
Vivendo em função do medo da morte
Esses, amaldiçoados para todo sempre serão!
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